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Nunca veremos a família Alfa Romeo Giulia

Os corpos de SW são mais populares em certos mercados europeus - onde no segmento D há mais procura mesmo para sedans e sedans de três corpos - mas não tanto nos Estados Unidos, onde os SUVs são o grande sucesso. Portanto, seria um modelo de baixo volume que seria difícil de ser rentável. Alfredo Altavilla, chefe da EMEA da FCA, disse à Automotive News que a sintonização do Stelvio vai conquistar aqueles que estavam à procura de uma propriedade convencional.


A verdade é que a Alfa Romeo é muito dependente do mercado americano - ainda é a segunda maior do mundo depois da China - por isso é preciso atender aos seus desejos se se pretende ganhar dinheiro. Alfa Romeo, a partir de hoje, não pode se dar ao luxo de tropeçar. É uma pena, porque onde há um bom carro de família, não há SUV. Temos de dar ao Stelvio um voto de confiança, porque o molde de onde o pão sai parece óptimo.

De qualquer forma, ninguém deve ficar surpreendido, de facto, em Pistonudos já o sabíamos há muito tempo. Eu cito Guille Alfonsín: "Por outro lado, e mudando de assunto, conversando com fontes internas da empresa, temos a certeza de que não haverá um órgão patrimonial para a nova geração Giulia. A queda na demanda por este tipo de corpo nos Estados Unidos parece ser a principal razão para esta decisão. A mudança de interesse para os SUV do segmento D justificaria este caminho, oferecendo o SUV para aqueles que querem mais espaço".

Temos de nos contentar com recreações como as do Theopilus Chin, tão boas como de costume.




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