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Chris Evans está terminado como apresentador do Top Gear


O Top Gear não arranca desde março de 2015, quando a não renovação de Jeremy Clarkson foi anunciada por agressão a um produtor, Oisin Tymons, por razões de logística gastronômica. Em junho do mesmo ano, a BBC confirmou como substituto o interno Chris Evans, juntamente com um novo elenco de apresentadores - Matt LeBlanc, Rory Reid, Sabine Schmitz, Chris Harris e Eddie Jordan. Nem Richard Hammond nem James May permaneceram na emissora pública e seguiram Clarkson em outra aventura de transmissão.


A 23ª temporada do Top Gear começou a ser transmitida no final de maio deste ano, e apenas seis episódios foram vistos. Na sua estreia teve 4,4 milhões de espectadores, e a audiência tem caído para 1,9 milhões de espectadores. Essa é a pior classificação desde 2002, e uma queda de mais de 50% no índice de audiência em questão de semanas.

- Chris Evans (@achrisevans) 4 de julho de 2016

A razão oficial da demissão do Evans é que ele já teve o suficiente. Razões não oficiais apontam para a rivalidade com Matt LeBlanc (conhecido por "Amigos"), ser demasiado divo nos bastidores, voz guinchante, falta de carisma, imprensa britânica a dar-lhe o inferno sobre o espectáculo, etc. E agora um episódio da sua vida pessoal que ele não gostaria de recordar foi atirado para a misturadora.

O Telegraph - e não um tablóide - confirma que a polícia está investigando a acusação de uma mulher que foi feita no dia 23 de maio, pouco antes do retorno do programa. Não acho que os detalhes desse episódio sejam relevantes para um meio de comunicação como este, mas podem ser resumidos como Evans tentou forçar um encontro sexual e seu parceiro não o estava tendo. Isto está enterrado há anos, e quando Evans voltou aos holofotes, ela decidiu ligar o ventilador e ventilar os maus cheiros.


De acordo com a BBC, a demissão de Evans não está relacionada com a alegação de assédio sexual.

Em outra época, a BBC pode ter feito vista grossa para a questão, como no caso do apresentador Jimmy Savile, mas isso teria causado um impacto em Chris Evans em algum momento. O apresentador nega as alegações e afirma ter sido vítima de uma caça às bruxas. Se considerarmos a presunção de inocência, não podemos pendurá-lo no laço ainda, mas tais coisas, em termos mediáticos, antecedem qualquer julgamento em tribunal.


A BBC não anunciou mais nenhuma mudança na linha de apresentação, portanto, o que quer que aconteça ao Top Gear a partir de agora, será sem Evans. Ele continuará a liderar seu programa matinal na Rádio 2, e outras iniciativas como o CarFest, Children In Need e 500 Words.



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